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COMO RECORRER NAS PROVAS DISCURSIVAS DE CONCURSOS PÚBLICOS?

Olá, concurseiro(a)!


O presente material se propõe a auxiliar o candidato em um dos momentos mais difíceis a ser enfrentando por quem se prepara para certames públicos, notadamente os das carreiras jurídicas e demais carreiras que enfrentam etapas posteriores à da prova objetiva: injustiças na correção da prova discursiva por parte da banca examinadora.
Como se não bastasse a pressão e dificuldade de se submeter à exaustão da prova objetiva (1ª fase), inclusive com a possibilidade de também precisar recorrer nessa etapa, o(a) concurseiro(a) ainda pode se deparar com erros claros de avaliação em sua prova discursiva.
Por menor que seja o equívoco do examinador, na maioria das vezes a supressão de um décimo (0,1) na pontuação pode representar dezenas de posições e, consequentemente, separar o candidato do aprovado do candidato nomeado.
Pensando nisso, separamos neste material algumas dicas valiosas sobre como recorrer para provas discursivas em concursos públicos, exigidas não apenas nos certames das principais carreiras jurídicas, mas também em concursos para cargos como Delegado de Polícia e Titular de Serviços de Notas e de Registros.

1- Não se esqueça de trabalhar o seu lado emocional


Ao sofrer uma penalização injusta, é natural que a sua reação seja de se revoltar, se entristecer ou simplesmente querer desistir, a depender de sua personalidade ou característica pessoal. Não é defeito ser acometido com tais sentimentos, pois todo ser humano está sujeito a injustiças e reage da sua forma singular e única.
No entanto, não permita que o abalo emocional de uma injusta correção de prova discursiva o impeça de prontamente responder à incorreção do examinador com o devido recurso. Diante de uma avaliação injusta em sua nota, “sinta” esse momento e esteja disposto a tentar todas as alternativas possíveis para reverter esse quadro.
Afinal, você não chegou até a etapa discursiva para desistir por injustiça da banca examinadora!

2- Domine o edital


O brocardo jurídico “o direito não socorre aos que dormem” faz todo o sentido nessa primeira orientação. É de responsabilidade exclusiva do candidato ter o pleno conhecimento do edital do seu certame – ou, em alguns casos, do regulamento ou da resolução do concurso – e de todas as particularidades da etapa discursiva em análise.
Isso porque tal documento (quer o edital, quer a resolução ou regulamento do certame) trará todas as disposições relativas à recorribilidade da prova discursiva, tais como prazo recursal (obviamente, o recurso deve ser tempestivo), critérios de avaliação e pontuação a cada item do chamado espelho de correção, dentre outras informações cruciais.

3- Leia atentamente o espelho de correção


Em todo e qualquer concurso público, a banca examinadora é obrigada a fornecer um espelho de correção, isto é, uma explicação minuciosa de cada critério avaliado pelo examinador em sua prova, com a especificação da pontuação máxima que o candidato poderia obter em cada critério e a pontuação efetivamente atingida.
Ao se deparar com o espelho de correção de sua prova discursiva, atente para a pontuação atribuída às suas questões da seguinte forma, começando pelas que você obteve a menor nota até finalizar a análise das que você se aproximou de atingir o máximo de pontuação.

4- Não se limite à reescrita de suas respostas


Na elaboração de seu recurso, a reescrita de suas respostas já consignadas e lidas pelo examinador não trará êxito às suas razões recursais, mas apenas tornará a leitura mais cansativa ao avaliador.
Foque em pontuar, de forma clara, o que não foi pontuado (ou o foi de maneira injusta) pelo avaliador, confirmando sua resposta com argumentos sólidos e concretos.

5- Seja objetivo e respeitoso em suas razões recursais


Recursos comprovadamente bem-sucedidos não gastaram mais linhas que o necessário. Seja objetivo e direto em suas razões recursais, delineando o que efetivamente deixou de ser pontuado – ou obteve nota injusta – por parte do examinador.
Além disso, jamais seja desrespeitoso ou expresse revolta em seu recurso (por mais injustiçado que você se sinta). Lembre-se que o seu examinador é um ser humano sujeito a erros como qualquer pessoa e que pode se ofender caso suas razões recursais sejam cunhadas de indignação ou falta de respeito, o que pode prejudicar a análise do recurso.

6- Não utilize “modelos” de recursos


Nunca se esqueça que o examinador lê não apenas o seu recurso, como também o de inúmeros outros candidatos. Assim, não cometa o equívoco de utilizar padrões de recurso, pois o seu é recurso é somente seu e de mais ninguém – e essa é a expectativa do avaliador, de examinar um recurso único.
Portanto, elabore o recurso de forma individualizada e pessoal, de acordo com os erros cometidos na avaliação de sua prova discursiva, apenas, e nunca utilizando modelos, uma vez que o examinador não avaliará seu recurso se for “cópia” de outro já existente, por mais sucedido que seja.

7- Conte com o auxílio e acompanhamento de profissionais especializados


Por derradeiro (e talvez o mais importante), procure ajuda de quem tem especialidade sempre que sentir necessidade. O prazo recursal, para o candidato, representa um momento decisivo e fatal, dado o curto intervalo de tempo que ele tem para expor todos os argumentos que levem o examinador a rever sua nota.
Por isso, não deixe para a última hora se sentir a necessidade de contratar um serviço especialista na elaboração de recursos eficientes e que potencializarão suas chances de recrudescimento da nota, o que certamente o aproximará ainda mais da lista de nomeados!


Esperamos que você aproveite este material e atente às dicas nele explicitadas. Lembre-se: se precisar de auxílio para recorrer em provas discursivas, conte com os serviços especializados e de alta performance da AdVerum.
Vamos juntos?!

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